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2 de dez. de 2011



Guia de cursos tecnólogos: conheça as opções e saiba as diferenças entre eles

Olhar Digital mostra como a graduação tecnológica pode ser uma boa saída para quem quer ser um especialista completo no mercado de trabalho
01 de Dezembro de 2011 | 15:58h
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Reprodução
Destaque_Faculdade
Rafael Arbulu


Alguns cursos tecnólogos relacionados ao mercado de TI que estão à disposição nas instituições brasileiras

Um estudo da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) projeta somente para 2011 um déficit de quase 92 mil profissionais de TI no país. Mantendo-se o cenário atual, a associação acredita que o déficit de trabalhadores do segmento poderá chegar a 200 mil em 2013. Portanto, os cursos Tecnólogos são uma boa opção caso você queira fazer parte desse mercado crescente. Confira, abaixo, algumas das opções, e para ver uma lista com todos os cursos tecnólogos aprovados pelo MEC, clique aqui.

  • Design de Mídias Digitais – O curso superior de Design de Mídia Digital prepara o profissional para atuar no mercado de trabalho por meio de uma sólida formação estética, cultural e tecnológica, permanentemente conectada às demandas digitais causadas pela competitividade do mundo dos negócios.

    A agilidade em se adiantar e se adaptar às mudanças contextuais e transformações promovidas pela tecnologia digital de forma crítica, criativa e empreendedora, em ambientes reais e virtuais, delineia o perfil do designer de mídia digital.
  • Redes de Computadores – Desenvolve habilidades e competências para a instalação e configuração de switches e roteadores em redes (LANs e WANs), utilizando diversos protocolos. Capacita o aluno a detectar e resolver problemas Nível 1, a desenhar e instalar redes, a detectar e solucionar problemas, aprofundar em temas como hardware e software do computador, terminologia e protocolos de redes, cabeamento estruturado, elementos básicos de tecnologias Ethernet e protocolos de roteamento (routing). Também promove melhorias no desempenho e segurança de Redes de Computadores.
  • Análise e Desenvolvimento de Sistemas O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas irá prepará-lo para atuar em um segmento da área de Informática que analisa, projeta, documenta, especifica, testa, implanta, desenvolve e mantém sistemas computacionais.
  • Gestão de Tecnologia da Informação: O curso de Gestão de Tecnologia da Informação formará profissionais com habilidades e competências para promover o uso estratégico da informação nas organizações, gerenciando os recursos de infraestrutura física e lógica dos ambientes informatizados.
Rafael Arbulu

Você já pensou em trabalhar com tecnologia? Ou mesmo, faz isso como "ganha-pão"?

Não é de hoje que os cursos de graduação no segmento da tecnologia têm se ramificado a uma velocidade bem difícil de acompanhar. Hoje, as áreas em que a tecnologia está envolvida – seja em software ou hardware – são incrivelmente abrangentes e, a grosso modo, um bacharelado de quatro ou cinco anos parece até pouco para se aprender tudo.

A solução para isso pode residir, por incrível que pareça, na redução do tempo de estudo. As graduações tecnológicas, popularmente conhecidas como "estudo tecnólogo", possuem duração de dois a três anos, e apresentam uma solução rápida para quem quer entrar no mercado de trabalho já com uma especialização em mãos.

"Basicamente, o bacharelado é uma forma mais abrangente de estudo, com mais áreas", diz o Professor e Doutor Valdéres Fernandes Pinheiro, coordenador geral da área de Tecnólogos da Faculdade Impacta. "No caso do tecnólogo, a diferença é que esses cursos menores são focados em formar especialistas em áreas específicas, necessárias". Já o Diretor da Escola de Engenharia e Tecnologia da Universidade Anhembi Morumbi, Fabiano Marques, exemplifica: "Um bacharel em Ciências da Computação pode atuar como programador, analista, administrar um banco de dados e por aí vai. O tecnólogo será um especialista em uma dessas três áreas".

O professor Valdéres explica que o curso "tecnólogo" como se conhece hoje começou na década de 1980, sob o nome "engenheiro de produção". Segundo ele, a demanda no setor ramificado da engenharia (civil, elétrica e por aí vai) começou a exigir que trabalhadores especializados em áreas muito segmentadas fossem inseridos no mercado de trabalho de forma rápida. Essa mesma demanda reapareceu nos anos 90 e afixou-se nos anos 2000 – daí a crescente oferta das universidades em graduação tecnológica.

Para Valdéres, o perfil do tecnólogo costuma ser o de um profissional que já está inserido no mercado de trabalho, mas que busca um aprimoramento em uma área mais focada: "Pense, por exemplo, no cara que trabalha com banco de dados – um curso tecnólogo vai melhorar seus conhecimentos na área que ele já está atuando. Ou ainda ele pode escolher outro curso e aumentar sua área de atuação". O ideal para o doutor é que o interessado em cursar o setor tecnólogo já entre nas disciplinas sabendo exatamente o que quer. Caso contrário, o mais recomendado é a graduação comum, devido à maior abrangência de assuntos abordados.

Já Fabiano aponta que essa modalidade de curso é destinada a estudantes que querem ter um grau elevado de especialização, mas que procuram uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. A ideia, segundo ele, é suprir rapidamente a demanda por especialistas de áreas específicas.

O conteúdo aplicado, aliás, é um ponto bastante questionado, pois há quem acredite que o tecnólogo tem um conteúdo de qualidade inferior à graduação por bacharelado. Para o professor, porém, isso é infundado: "A grade curricular é menor em tamanho, mas é bem mais enfática do que o bacharelado, por se concentrar em questões específicas do trabalho. O que gerou essa confusão foi o fato de, até alguns anos atrás, você ter o tecnólogo e o segmentado, que nada mais é do que o aluno do bacharelado com uma carga reduzida. Isso acabou gerando essa má interpretação, mas o tecnólogo é um curso capacitado como qualquer outro – o MEC aprova isso”.

Mantega anuncia medidas para estimular crédito e reduz IPI da linha branca

O governo federal anunciou uma série de medidas para incentivar o consumo e o crédito no Brasil. Até março de 2012, os eletrodomésticos da linha branca terão IPI reduzido, e, em alguns casos, chegará a zero. No setor da alimentação, o governo vai cortar o PIS/Cofins das massas e renovará a desoneração do trigo, da farinha e do pão. Na construção civil, o tributo único vai cair para 1% no caso das residências populares. O IOF, que incide sobre financiamento ao consumo, vai de 3% para 2,5% ao ano.
Ouça a reportagem


Expectativa de vida sobe 10 anos e 11 meses em três décadas, diz IBGE

A esperança de vida ao nascer no Brasil alcançou 73 anos em 2010, segundo a pesquisa Tábua Completa de Mortalidade divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em comparação com 2009, a expectativa de vida aumentou 3 meses e 22 dias. Em três décadas subiu 10 anos e 11 meses. A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28% ao longo da década.

1 de dez. de 2011

História Hoje

01/12 - 07:08
O Tratado Antártico foi assinado por 12 países que reivindicavam a posse de partes do Continente gelado. As nações assumiram o compromisso de suspender suas pretenções e permitir a liberdade de exploração científica da região em regime de cooperação internacional.
Apresentação José Carlos Andrade

Divórcio bate recorde e guarda compartilhada dobra no país, diz IBGE

A taxa de divórcios atingiu o maior valor em 26 anos, segundo o IBGE. Por outro lado, o número de casamentos cresceu 4,5% em um ano. A pesquisa com base no registro civil de 2010 mostrou ainda que houve aumento da guarda compartilhada dos filhos menores, que passou de 2,7% em 2000 para 5,5% no ano passado. Ainda segundo a pesquisa, a Região Norte tem o maior número de mortes entre bebês de um mês a um ano. Em 2010, o número de crianças registradas foi o menor dos últimos dez anos.
Ouça a reportagem


Zona do euro tem maior número de pessoas sem emprego desde 1998

O número de pessoas sem trabalho na zona do euro em outubro atingiu o nível mais alto desde 1995. Mais de 16 milhões de pessoas estão desempregadas, o equivalente a 10,3% da força de trabalho. Já na Alemanha, o desemprego caiu para 6,9%, a menor taxa em 20 anos.
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