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13 de fev. de 2021
2 de jun. de 2017
23 de mai. de 2017
Por um dia mais feliz!
As pessoas contentes são fortes e sabem como enfrentar os próprios
problemas. Elas não se desgastam com pequenas coisas. Um momento ruim ou
um dia ruim não pode as destruir. E elas têm fé em um amanhã melhor,
mais bonito. Estas são cientes do fato que a maioria das coisas que
preocupam nem sequer importarão tanto após um mês ou um ano.
27 de nov. de 2016
27 de novembro - Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama
Dia Nacional de Luta Contra o Câncer de Mama
A forma mais comum de câncer entre as
mulheres. A Música do Dia é da cantora Fabiana Passoni, que tem uma
história bastante interessante de recuperação
Divulgação

O câncer de mama é a forma de câncer
mais comum entre mulheres. Uma em cada dez mulheres tem, teve ou terá
esse tipo de câncer. O câncer de mama vem crescendo significativamente
desde os anos setenta e há suspeitas de que o mundo moderno tenha
“culpa” nisso.
22 de nov. de 2016
22 de novembro de 2016 - Fatos históricos
Volta Redonda, terça-feira, 22 de novembro de 2016.
Estação: primavera.
Tempo instável.
1573 — Fundação da cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, pelo cacique temiminó Arariboia.
1766 — Fundação da cidade de Lages (Santa Catarina, Brasil).
1842 — Inaugurada, no bairro de Santa Cruz, Rio de Janeiro, a primeira Agência dos Correios do Brasil, adotando o sistema de entrega em domicílio.
1910 — Tem início a Revolta da Chibata, liderada por João Cândido.
1922 — Toma posse o primeiro prefeito da recém-criada Nova Iguaçu, Manoel Francisco Salles Teixeira.
1932 — Orestes Barbosa funda o matutino Jornada, precursor da luta pela autonomia da cidade do Rio de Janeiro.
1966 — Tem fim, no Brasil, o recesso parlamentar instituído pelo AC 23.
1979 — Brasil: restabelecido o pluripartidarismo, com extinção do MDB e da ARENA.
2005 — Angela Merkel torna-se a primeira mulher a ocupar o cargo de chanceler da Alemanha.
2008 — Fortes chuvas causam uma das maiores tragédias climáticas de Santa Catarina.
Eventos culturais
1963 — Os Beatles lançam seu segundo álbum, With the Beatles.
1968 — Lançamento do Álbum Branco, dos Beatles.
2003 — Inaugurado o complexo que abriga o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.
2006 — Lançado o álbum A Matter of Life and Death, do Iron Maiden.
2010 — Lançado o box Michael Jackson's Vision que traz toda a filmografia do cantor.
Eventos desportivos
1968 — Primeiro jogo, em Belo Horizonte, do time de futebol da Caldense.
2003
A Seleção Inglesa de Rugby consagra-se campeã mundial.
A Sociedade Esportiva Palmeiras vence o Sport Club do Recife por 2x1 e retorna a elite do futebol brasileiro, após ter jogado a segunda divisão pela primeira vez em sua história.
Brasil
Dia do Músico
Aniversário das cidades de Piracanjuba (Goiás), Ji-Paraná (Rondônia), Lages (Santa Catarina), Niterói (Rio de Janeiro) e Barro (Ceará)
27 de jul. de 2016
Como as Olimpíadas 2016 incentivam a educação científica no Brasil
Como as Olimpíadas 2016 incentivam a educação científica no Brasil
Pouca gente sabe, mas os Jogos Rio 2016 tem um braço que forma educadores e estudantes para que esportes Olímpicos e Paralímpicos entrem em mais de 10 mil escolas públicas brasileiras: o Programa Transforma. Mais do que aulas de Volêi sentado, Badminton ou Rugby, coordenadores, professores e estudantes ganham um material exclusivo de educação científica para aprenderem química, física, biologia, meio ambiente e mudanças climáticas com base nos Jogos Rio 2016.
A educação é uma premissa dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Dentro dessa tradição, o lançamento do Programa é um compromisso de toda cidade-sede para garantir o legado social do evento. No Brasil, o Transforma iniciou as atividades em 2013 com o objetivo de que as aulas de educação física fugissem do famoso "Quarteto Fantástico" (Futebol, Vôlei, Handball e Baquete) e abrissem espaço para esportes que ainda são pouco conhecidos. O programa oferece, de forma gratuita, materiais didáticos, cursos de formação, capacitações esportivas, desafios escolares, sugestões de experimentação esportiva e conteúdo para aulas e atividades.
Tenho a oportunidade de visitar várias cidades do interior de São Paulo para acompanhar formações e capacitações esportivas. Na maioria dos casos, não há quadra poliesportiva na escola ou a alternativa é dividir o espaço com mais de um professor e até oito recreios ao longo do dia. Mesmo assim, muitos educadores conseguem driblar os desafios e fazer a diferença. A professora Isabel, por exemplo, começou a implementar o programa em uma escola pública da periferia do Guarujá (litoral de São Paulo) apresentando os vídeos do Transforma em sala de aula. Na sequência da exibição, ela combinou com os estudantes de 11 e 13 anos que cada um trouxesse skates para as turmas experimentarem a modalidade de basquete sentado.
Em parceria com a Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos 2016, a Dow Brasil, o Programa Transforma também ganhou materiais para estimular a educação científica em outras matérias. Essas ferramentas fazem parte do modelo STEM (Science, Technology, Engineering and Math). A sigla é usada principalmente para a caracterização de currículos de escolas e universidades, dando ênfase às áreas de conhecimento destacadas no seu nome e possibilitando que a aprendizagem seja cada vez mais baseada na mão na massa e no aprender fazendo.
Por melhores que tenham sido as minhas professoras, química nunca foi uma matéria tão encantadora. Hoje, olhando o material de STEM produzido pelo Rio 2016 em parceria com a Dow Brasil, penso que a matéria poderia ter tido muito mais significado para mim. Entender que estou estudando sobre combustão tendo como exemplo os modernos estádios e ginásios construídos com fibras de vidro, que têm como característica não propagar e nem manter chamas, além de não emitir fumaça e nem gases tóxicos, seria muito mais significativo. Além disso, esse conteúdo busca encantar e estimular a futura geração de cientistas, engenheiros e matemáticos nas comunidades brasileiras e contribuir para fortalecer a educação científica.
7 de abr. de 2016
ADRIANO MARTINS: 7 de abril de 2011 - Massacre em Realengo no Rio d...
ADRIANO MARTINS: 7 de abril de 2011 - Massacre em Realengo no Rio d...: Uma manhã ensolarada de quinta-feira, por volta das 8h30min da manhã (horário de Brasília), na Escola Municipal Tasso da Silveira, locali...
7 de abril de 2011 - Massacre em Realengo no Rio de Janeiro!
Uma manhã ensolarada de quinta-feira, por volta das 8h30min da manhã (horário de Brasília), na Escola Municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro, aconteceu uma tragédia.
ex-aluno da mesma escola, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a escola armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando doze deles, com idade entre 13 e 16 anos, e deixando mais de treze feridos. Oliveira foi interceptado por policiais, cometendo suicídio.
A motivação do crime figura incerta, porém a nota de suicídio de Wellington e o testemunho público de sua irmã adotiva e o de um colega próximo apontam que o atirador era reservado, sofria bullying e pesquisava muito sobre assuntos ligados a atentados terroristas e a grupos religiosos fundamentalistas. O crime causou comoção no país e teve ampla repercussão em noticiários internacionais. A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, decretou luto nacional de três dias em virtude das mortes.
Wellington Menezes de Oliveira, carioca, nasceu em 13 de julho de
1987. Cursou na Escola Municipal Tasso da Silveira até a 8ª série (9º ano atualmente).
Wellington era filho adotivo
de Dicéa Menezes de Oliveira, o caçula de cinco irmãos e foi adotado
ainda bebê. Sua mãe biológica sofria de problemas mentais e chegou a
tentar se matar.
É descrito por familiares e conhecidos como um rapaz calado, tímido,
introspectivo, que não se metia em problemas nem desrespeitava regras.
Sua mãe adotiva, que morreu em 2010, era testemunha de Jeová; Wellington também chegou a frequentar a religião, mas nunca havia se tornado adepto. Era uma pessoa calada, tímida e passava boa parte de seu tempo navegando na internet.
Em entrevista concedida no dia 13 de abril, os familiares confirmaram que Wellington era muito fechado e introspectivo, que só se relacionava com as pessoas pela Internet, tinha poucos amigos e não participava da vida familiar, passando quase todo o tempo diante do computador. Sendo adotado por uma mulher já com mais de cinquenta anos e tendo irmãos já casados, foi tratado de modo distinto pela mãe, que imaginava ter que deixá-lo muito cedo devido à idade.
Ela é descrita como um porto seguro para Wellington e a morte dela agravou sua doença psiquiátrica, já conhecida da família e com uma tentativa de tratamento com psicólogo, que foi abandonada pelo rapaz. Ele acompanhava reuniões das testemunha de Jeová com a mãe, muito religiosa, não tendo se tornado adepto da religião e também não tinha ligação com grupos islâmicos, como a mídia inicialmente falou, embora tenha procurado outras religiões quando se desligou das TJ. Os parentes se dizem surpresos com o crime e com medo de se exporem publicamente.
Wellington se refere desta forma, em uma carta, ao bullying sofrido na escola: "Muitas vezes aconteceu comigo de ser agredido por um grupo, e todos os que estavam por perto debochavam, se divertiam com as humilhações que eu sofria, sem se importar com meus sentimentos". E, conforme o depoimento de um ex-colega: "Certa vez no colégio pegaram Wellington de cabeça para baixo, botaram dentro da privada e deram descarga. Algumas pessoas instigavam as meninas: 'Vai lá, mexe com ele'. Ou até incentivo delas mesmo: 'Vamos brincar com ele, vamos sacanear'. As meninas passavam a mão nele (...). Esses maus-tratos aconteceram em 2001. Naquele ano, em 11 de setembro, o maior ataque terrorista de todos os tempos virou obsessão para Wellington".
Após a morte de Dona Dicéa, os irmãos vasculharam o computador do jovem e descobriram que ele fazia muitas pesquisas sobre armamentos. Descobriu-se que ele comprou dois revólveres e um carregador rápido, bem como tomou aulas de tiro, havendo evidência de que planejava a ação desde o ano anterior, sempre com intenção de vingança e com admiração por atos terroristas.
Durante a execução da chacina, cometeu suicídio após ser baleado na barriga. Seu corpo foi enterrado no Cemitério do Caju em 22 de abril, após quinze dias no IML, sem a presença de nenhum parente, somente dos coveiros, numa cova rasa e sem lápide. Não se fez
nenhum dos procedimentos que ele havia pedido na carta de suicídio.
ex-aluno da mesma escola, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a escola armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando doze deles, com idade entre 13 e 16 anos, e deixando mais de treze feridos. Oliveira foi interceptado por policiais, cometendo suicídio.
A motivação do crime figura incerta, porém a nota de suicídio de Wellington e o testemunho público de sua irmã adotiva e o de um colega próximo apontam que o atirador era reservado, sofria bullying e pesquisava muito sobre assuntos ligados a atentados terroristas e a grupos religiosos fundamentalistas. O crime causou comoção no país e teve ampla repercussão em noticiários internacionais. A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, decretou luto nacional de três dias em virtude das mortes.
Wellington Menezes de Oliveira, carioca, nasceu em 13 de julho de
1987. Cursou na Escola Municipal Tasso da Silveira até a 8ª série (9º ano atualmente).
Wellington era filho adotivo
de Dicéa Menezes de Oliveira, o caçula de cinco irmãos e foi adotado
ainda bebê. Sua mãe biológica sofria de problemas mentais e chegou a
tentar se matar.
É descrito por familiares e conhecidos como um rapaz calado, tímido,
introspectivo, que não se metia em problemas nem desrespeitava regras.
Sua mãe adotiva, que morreu em 2010, era testemunha de Jeová; Wellington também chegou a frequentar a religião, mas nunca havia se tornado adepto. Era uma pessoa calada, tímida e passava boa parte de seu tempo navegando na internet.Em entrevista concedida no dia 13 de abril, os familiares confirmaram que Wellington era muito fechado e introspectivo, que só se relacionava com as pessoas pela Internet, tinha poucos amigos e não participava da vida familiar, passando quase todo o tempo diante do computador. Sendo adotado por uma mulher já com mais de cinquenta anos e tendo irmãos já casados, foi tratado de modo distinto pela mãe, que imaginava ter que deixá-lo muito cedo devido à idade.
Ela é descrita como um porto seguro para Wellington e a morte dela agravou sua doença psiquiátrica, já conhecida da família e com uma tentativa de tratamento com psicólogo, que foi abandonada pelo rapaz. Ele acompanhava reuniões das testemunha de Jeová com a mãe, muito religiosa, não tendo se tornado adepto da religião e também não tinha ligação com grupos islâmicos, como a mídia inicialmente falou, embora tenha procurado outras religiões quando se desligou das TJ. Os parentes se dizem surpresos com o crime e com medo de se exporem publicamente.
Wellington se refere desta forma, em uma carta, ao bullying sofrido na escola: "Muitas vezes aconteceu comigo de ser agredido por um grupo, e todos os que estavam por perto debochavam, se divertiam com as humilhações que eu sofria, sem se importar com meus sentimentos". E, conforme o depoimento de um ex-colega: "Certa vez no colégio pegaram Wellington de cabeça para baixo, botaram dentro da privada e deram descarga. Algumas pessoas instigavam as meninas: 'Vai lá, mexe com ele'. Ou até incentivo delas mesmo: 'Vamos brincar com ele, vamos sacanear'. As meninas passavam a mão nele (...). Esses maus-tratos aconteceram em 2001. Naquele ano, em 11 de setembro, o maior ataque terrorista de todos os tempos virou obsessão para Wellington".
Após a morte de Dona Dicéa, os irmãos vasculharam o computador do jovem e descobriram que ele fazia muitas pesquisas sobre armamentos. Descobriu-se que ele comprou dois revólveres e um carregador rápido, bem como tomou aulas de tiro, havendo evidência de que planejava a ação desde o ano anterior, sempre com intenção de vingança e com admiração por atos terroristas.
Durante a execução da chacina, cometeu suicídio após ser baleado na barriga. Seu corpo foi enterrado no Cemitério do Caju em 22 de abril, após quinze dias no IML, sem a presença de nenhum parente, somente dos coveiros, numa cova rasa e sem lápide. Não se fez
nenhum dos procedimentos que ele havia pedido na carta de suicídio.
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