Ouça a Rádio Acesa FM ou click no icone!

Rádio Acesa Ao vivo

18 de fev. de 2014

<<>>

O nosso individualismo é que o faz sermos menos útil à sociedade!

(Adriano Martins - 2014)

17 de fev. de 2014

17/02/2014 14:08

Em 1973, morreu o flautista, saxofonista, compositor e arranjador Alfredo da Rocha Viana Filho... Pixinguinha

Banco do Brasil
Pixinguinha
Pixinguinha morreu em 1973
O músico Pixinguinha deu uma grande contribuição para a consolidação do chorinho na música brasileira.
Ele fez parte do grupo grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco, que deu origem aos Oito Batutas.
Foi eternizado com Carinhoso, composto entre 1916 e 1917. Pixinguinha faleceu na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, quando seria padrinho de um batizado.
Música do dia: Carinhoso
Texto e apresentação: Luiz Cláudio Canuto
<<>>

Semana vai, semana vem e vamos vivendo a cada momento, sabendo que não podemos ser levados pelo o tempo e sim, fazer cada vez mais, o tempo nos melhorar... tarefa difícil!

O desafio está lançado: _Vamos deixar a minoria nos mudar ou vamos todos juntos fazer o mundo valer a pena?

Precisamos pensar na "penalidade" que a omissão de nossas atitudes provocam!

(Adriano Martins - 2014)

11 de fev. de 2014

<<>>

Se conformamos com a vida do jeito que está, veremos o mundo se desabar em cima de nós!

Para mudar toda essa realidade de transgressão a vida da nossa sociedade, precisamos urgentemente manifestar contra todo o tipo de "vida sem causa"!

(Adriano Martins - 2014)

4 de fev. de 2014

Em 2001, Herbert Vianna sofreu acidente de ultraleve em Mangaratiba


Dimang Kon Beu - Agência Minas / Wikimedia Commons
Herbet Vianna
Hebert Vianna
Os Paralamas do Sucesso são o grupo de rock que melhor conjugou sucesso e qualidade musical.
Herbert Vianna, que é um grande amante de aviões e conquistou o sonho de ter um brevê, teve a carreira interrompida num acidente de avião em 2001, que também matou o amor de sua vida, sua esposa Lucy. Recuperou-se após um longo tratamento.
Texto e apresentação: Luiz Cláudio Canuto
 Prisão só para crimes violentos

Se “É possível julgar o grau de civilização de uma sociedade visitando suas prisões" não há como duvidar do estágio avançadíssimo de barbárie e de degeneração moral e ética da sociedade brasileira, no campo criminológico. Da classe A à classe E (rico, médio, classe C, “ralé” e excluídos), a grande maioria das pessoas, diante das decaptações de presidiários, desgraçadamente frequentes, não se estarrece, não se abala, ao contrário, jubilam (se alegram) apopleticamente (incomensurávelmente). Quanto mais presos mortos, se diz, melhor para essa sociedade (bárbara), que assim imita e se iguala à atrocidade e à ferocidade dos criminosos perversos.

É muito difícil para o animal pouco ou nada domesticado (Nietzsche) e moralmente degenerado aceitar a ideia de que a desumana, cruel e empestada pena de prisão deveria ser reservada exclusivamente para os crimes cometidos com violência ou grave ameaça (posição sustentada há anos pela Folha de S. Paulo, que subscrevemos). Tampouco lhe é facilitada a possibilidade de enxergar a irracionalidade bestial (de remover os ossos de Descartes e de Montesquieu!) de punir os crimes não violentos com a mesma e dispendiosa pena de prisão (que custa R$ 24 mil por ano, por preso, sem contar o gasto da construção do presídio), corretamente, no entanto, aplicada aos criminosos violentos e perversos, cujo estado de liberdade gera concreto perigo para a sociedade.

Cinquenta e cinco por cento (55%) dos presos recolhidos no sistema penitenciário brasileiro não praticaram crimes violentos; 30% referem-se a furto, receptação, porte ilegal de arma de fogo, corrupção, peculato e associação criminosa; 25% relacionam-se com o tráfico de drogas.

O problema é que nem as monstruosidades diárias dos presídios peçonhentos e medievais (mostradas diuturna e dramaticamente pela mídia) nem as irracionalidades punitivas animalescas e cavalares (um homem de 80 anos ficou mais de 12 preso irregularmente) melindram o humano degenerado (moralmente e eticamente), cuja insensibilidade (hermeticamente petrificada) para a defesa dos direitos humanos de todos (vítimas, espoliados, explorados, escravizados, assalariados neoesvravizados, proprietários, capitalistas, processados, presos massacrados etc.) já ultrapassou em muito o estágio da paralisia, que estanca, mas não adormece, para alcançar a imobilizadora anestesia (moral), monipolizada pela banalização do mal (Hannah Arendt), ou seja, já nenhuma injustiça social nem mesmo as mais estapafúrdias irracionalidades do Estado o impressionam ou fazem ao menos mover seus olhos. Estátua imoral marmorizada na forma humana. Barbárie separada abissalmente da civilização.
<<>>

A vida consiste em fazer algo tão importante quanto vive-la intensamente!

Exija o melhor de si mesmo e compartilhe com o mundo a sua felicidade!

(Adriano Martins - 2014)

3 de fev. de 2014

<<>>

Não perca as oportunidades da vida!

Junta-se o que aprendeste e renovais, buscando a cada dia mais desenvolver a sua capacidade em aprender, quem está disposto a aprender; viverá tranquilamente nos "dias maus"!

(Adriano Martins - 2014)
<<>>

Não perca as oportunidades da vida!

Junta-se o que aprendeste e renovais, buscando a cada dia mais desenvolver a sua capacidade em aprender, quem está disposto a aprender; viverá tranquilamente nos "dias maus"!

2 de fev. de 2014

<<>>

Ser grato e reconhecedor das obras alheia é ser uma pessoa de virtude inigualável. É preciso desenvolver a sua capacidade mental, pois na vida, só se vive compartilhando o que se sabe aprendendo com o próximo o quê se vive!

(Adriano Martins - 2014)