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22 de jan. de 2014

Espaço

Universo é medido com 1% de precisão

Com informações da BBC - 21/01/2014
Universo é medido com 1% de precisão
Como régua padrão para medir distâncias intergalácticas, a equipe usou um fenômeno chamado BAO, sigla em inglês para oscilações acústicas bariônicas. [Imagem: Z.Rostomian/LLNL]
Oscilações acústicas bariônicas
Astrônomos conseguiram medir as distâncias entre as galáxias no universo com uma precisão de 1%.
Este levantamento incrivelmente preciso - feito ao longo de seis bilhões de anos-luz - é a chave para mapear o cosmos e determinar a natureza da energia escura.
O novo padrão ouro de distâncias cósmicas foi definido pela colaboração BOSS (Baryon Oscillation Spectroscopic Survey).
"Vinte anos atrás, os astrônomos estavam discutindo sobre estimativas que diferiam em até 50%. Cinco anos atrás, nós tínhamos refinado aquela incerteza para 5%; Um ano atrás era de 2%. Agora, 1% de precisão será o padrão por um longo tempo," estima o professor David Schlegel, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley.
Como régua padrão para medir distâncias intergalácticas, a equipe usou um fenômeno chamado BAO, sigla em inglês para oscilações acústicas bariônicas.
BAOs são os registros "congelados" das ondas de pressão que se moviam através do universo primordial, que ajudaram a definir a distribuição das galáxias que vemos hoje.
"A natureza nos deu uma régua maravilhosa," disse Ashley Ross, membro da equipe. "Essa régua tem meio bilhão de anos-luz de comprimento, então podemos usá-la para medir distâncias com precisão, mesmo de muito longe."
Universo plano
Determinar distâncias é um desafio fundamental em astronomia: "Uma vez que você sabe o quão longe algo está, aprender tudo sobre ele fica repentinamente muito mais fácil," complementa Daniel Eisenstein.
As novas medições de distâncias cósmicas vão ajudar a calibrar as propriedades cosmológicas fundamentais - por exemplo, como a energia escura acelera a expansão do universo.
Outra decorrência direta das medições é uma nova estimativa mais precisa da curvatura do espaço.
"A resposta é: ele não é muito curvo. O universo é extremamente plano," disse o Prof. Schlegel.
"Embora não possamos dizer com certeza, é provável que o universo se estende para sempre no espaço e vai durar para sempre no tempo. Nossos resultados são consistentes com um universo infinito," concluiu Schlegel.
Energia

Superlente dispara feixes de eletricidade à distância

Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/01/2014
Superlente dispara feixes de eletricidade à distância
Os pesquisadores estão se concentrando em dimensões que possam ter utilização prática em aparelhos portáteis, como celulares e notebooks.[Imagem: Guy Lipworth/Joshua Ensworth/Duke University]
Eletricidade à distância
Nikola Tesla sonhou com a tecnologia para transmitir eletricidade através do ar há quase um século.
Deste então, todas as tentativas experimentais resultaram em dispositivos complicados e grandes, e que só funcionam a distâncias muito pequenas.
Agora, pesquisadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, demonstraram a viabilidade da transferência de eletricidade sem fios usando o "disparo" de campos magnéticos de baixa frequência ao longo de distâncias muito maiores do que o tamanho do transmissor e do receptor.
As distâncias envolvidas ainda são pequenas, na faixa de um metro, mas a nova tecnologia quebra a limitação das dimensões das bobinas, que até agora deviam crescer proporcionalmente à distância da transmissão.
Assim, os aparelhos transmissores e receptores de eletricidade são pequenos, abrindo a perspectiva da utilização prática da eletricidade sem fios para aparelhos móveis, como celulares e notebooks, e até para carros elétricos.
Disparo de eletricidade
Mais significativo ainda, este é o primeiro teste de transferência de energia sem fios que usa um "feixe direcional" de eletricidade.
O avanço foi possível graças aos metamateriais, que foram usados para criar uma "superlente" que focaliza e "dispara" os campos magnéticos.
A lente transfere o campo magnético que emana de uma bobina de potência para sua irmã gêmea receptora a quase um metro de distância, induzindo nela uma corrente elétrica com uma eficiência muitas vezes maior do que o que poderia ser obtido com a mesma configuração sem a superlente.
"Pela primeira vez nós demonstramos que a eficiência da transferência de eletricidade sem fios magneto-indutiva pode ser melhorada ao longo de distâncias muitas vezes maiores do que o tamanho do receptor e do transmissor," disse Yaroslav Urzhumov, um dos pioneiros no campo dos mantos da invisibilidade e que também já propôs a construção de um material artificial para amplificar campos magnéticos.
Superlente dispara feixes de eletricidade à distância
Com o auxílio da lente de metamaterial, pela primeira vez a transmissão de eletricidade à distância se tornou independente da dimensão das bobinas. [Imagem: Duke University]
Superlente de metamaterial
A superlente é um engradado cuidadosamente dividido em cubos. As paredes exterior e interior dos blocos vazados recebem uma malha de fios de cobre em espiral que lembram aqueles que saem dos microchips.
A geometria e a natureza repetitiva das bobinas formam um metamaterial que interage com o campo magnético de tal maneira que os campos são transmitidos e confinados em um cone estreito ao longo do espaço, dentro do qual a intensidade de energia é muito mais elevada do que fora dele.
Urzhumov reconhece que transmissões de eletricidade sem fios otimizadas com metamateriais já foram feitas antes em um laboratório da Mitsubishi Electric, no Japão, mas com uma limitação importante: a distância que a energia foi transmitida ainda limitava-se ao diâmetro das bobinas usadas.
Energia

Bateria de fluxo orgânica é nova promessa da energia renovável

Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/01/2014
Bateria de fluxo orgânica é nova promessa da energia renovável
Baterias de fluxo armazenam energia em fluidos químicos contidos em tanques externos, em vez de dentro do próprio recipiente da bateria. [Imagem: Eliza Grinnell/Harvard SEAS]
Reservas de energia
Tem havido muitas promessas, mas poucas realizações efetivas, no campo das baterias.
Além dos carros elétricos, há um sentido de urgência na busca de soluções para o armazenamento das fontes renováveis de energia, que permitam manter o abastecimento à rede elétrica quando o vento não está soprando ou o sol não está brilhando.
Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, acabam de classificar mais um participante para a final dessa corrida.
Eles construíram uma bateria de fluxo baseada em moléculas orgânicas, eliminando a necessidade dos metais que encarecem a tecnologia.
A bateria de fluxo sem metais baseia-se na eletroquímica de pequenas moléculas naturalmente abundantes, baratas e orgânicas (à base de carbono) chamadas quinonas, que são similares às moléculas que armazenam energia nas plantas e animais.
Baterias de fluxo
Baterias de fluxo armazenam energia em fluidos químicos contidos em tanques externos - como nas células de combustível - em vez de dentro do próprio recipiente da bateria.
Os dois componentes principais - o equipamento de conversão eletroquímica por onde os fluidos correm (o que define a potência de pico da bateria), e os tanques de armazenamento dos compostos químicos (que definem a capacidade de carga) - podem ser dimensionados de forma independente.
Assim, a quantidade de energia que pode ser armazenada é limitada apenas pelo tamanho dos tanques, o que permite que grandes quantidades de energia sejam armazenadas a um custo menor do que com as baterias tradicionais.
Por exemplo, para armazenar 50 horas de energia de uma turbina eólica com capacidade de 1 megawatt (50 megawatts-hora), uma possível solução seria comprar baterias tradicionais com 50 megawatts-hora de capacidade, mas elas viriam com 50 megawatts de capacidade de energia - pagar por 50 megawatts de capacidade de energia quando apenas 1 megawatt é necessário faz pouco sentido.
Por esta razão, inúmeras equipes ao redor do mundo focaram sua atenção na tecnologia das baterias de fluxo. Mas, até agora, elas têm esbarrado em produtos químicos caros ou difíceis de manipular, elevando os custos de armazenamento de energia.
Bateria de fluxo orgânica é nova promessa da energia renovável
A quantidade de energia que pode ser armazenada é limitada apenas pelo tamanho dos tanques. [Imagem: Brian Huskinson et al./Nature]
Bateria de fluxo orgânicas
Os componentes ativos dos eletrólitos na maioria das baterias de fluxo têm sido metais, sendo o vanádio utilizado nas versões mais avançadas. Embora eficiente, o vanádio é muito caro, estabelecendo um patamar de custo por quilowatt-hora muito elevado.
A nova bateria de fluxo baseada em materiais orgânicos elimina a necessidade do vanádio, sem voltar a depender dos eletrocatalisadores de metais preciosos, como a platina.
"Com as moléculas orgânicas, introduzimos um novo e vasto conjunto de possibilidades. Algumas delas serão ruins, mas outras serão realmente boas. Com estas quinonas, temos as primeiras que parecem ser muito boas," conta o professor Roy Gordon, um dos envolvidos no trabalho.
Quinonas
Para selecionar as melhores moléculas, a equipe está utilizando um grande banco de dados, já tendo analisado mais de 10.000 moléculas.
As quinonas são abundantes no petróleo bruto, assim como nas plantas verdes - a molécula que a equipe usou é quase idêntica à que se encontra no ruibarbo.
As melhores renderam baterias de fluxo que resistiram, até o momento da publicação dos primeiros resultados, a pelo menos 100 ciclos de carga e descarga.
A equipe está também trabalhando na questão da segurança das baterias de fluxo orgânicas: as quinonas são dissolvidas em água para que não peguem fogo.
Meio ambiente

Quem são os verdadeiros "culpados" pelo aquecimento global?

Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/01/2014
Quem são os verdadeiros
O mapa-múndi ganha outro aspecto segundo o julgamento não-científico dos pesquisadores canadenses.[Imagem: H. Damon Matthews et al./Environmental Research Letters]
Sete culpados
Um novo estudo sobre o aquecimento global promete acender as controvérsias sobre o tema, não tanto pelos resultados que apresenta, mas pela forma como os resultados estão sendo apresentados.
Trata-se de um caso muito ilustrativo de como um "estudo científico" pode chegar a conclusões ou interpretações que pouco têm de científicas.
Damon Matthews e seus colegas da Universidade de Concordia, no Canadá, queriam saber quais países contribuem mais para o aquecimento global "como uma forma de alocar responsabilidades históricas pelas mudanças climáticas observadas," segundo eles.
Sua conclusão principal foi apresentada em seu estudo e em um comunicado à imprensa feito pela universidade, intitulado "Maiores criminosos do aquecimento global". A revista britânica New Scientist, alterou um pouco a manchete e publicou uma reportagem com o título "Os sete 'pecadores mortais' do aquecimento global".
Os culpados, em ordem de culpa, crime ou pecaminosidade são: Estados Unidos, China, Rússia, Brasil, Índia, Alemanha e Reino Unido.
Segundo os pesquisadores, esses países foram responsáveis por mais de 60% do aquecimento global entre 1906 e 2005.
Quem são os verdadeiros
A tabela da esquerda mostra a opção de interpretação dos resultados adotada pelos pesquisadores, enquanto a tabela da direita leva em conta a população. [Imagem: H. Damon Matthews et al./Environmental Research Letters]
Antropogênico sem humanos
Ocorre que a corrente principal da ciência defende que o aquecimento global é de origem antropogênica, ou seja, é causado pelo homem.
Assim, para descobrir quais países mais contribuíram para o aquecimento global é necessário dividir os efeitos do aquecimento pela população de cada país.
Quando isto é feito, o Canadá, país onde foi feito o estudo e que não aparece na anunciada lista de "criminosos", salta diretamente para o terceiro lugar do pódio - na verdade o Canadá é o 10º colocado na lista original, o que talvez explique um anúncio de cabalísticos "sete culpados".
Quando a população é levada em conta, todas as primeiras sete posições - número de culpados escolhido pelos próprios pesquisadores - passam a ser ocupadas por países desenvolvidos.
Os autores do estudo não concordam muito com isso: "Está claro que a população sozinha não determina a contribuição climática de um país", dizem eles, sem apresentar argumentos para essa alegada clareza, a menos que se considere a área de cada país - um elemento natural - como um fator essencial, o que tiraria peso do argumento de um aquecimento global antropogênico.
Assim, a conclusão do estudo, e o que foi liberado para a imprensa com grande alarde, foi uma lista de supostos "criminosos" indiciados sem base científica, uma vez que trata-se de um cálculo de responsabilidade pelo aquecimento global causado por humanos que não leva em conta os humanos.

21 de jan. de 2014

Obama diz que se empenha em promover a liberdade religiosa em todo o mundo

Noticia Gospel Obama diz que se empenha em promover a liberdade religiosa em todo o mundo

Em meio às constantes discussões em ao redor do mundo sobre a perseguição religiosa em países como o Irã, presidente norte-americano Barack Obama afirmou recentemente que sua administração está empenhada em promover a liberdade religiosa em todo o mundo.

Diante de tal afirmativa o secretário de imprensa da Casa Branca, Jay Carney, foi questionado sobre como os Estados Unidos pretendem promover tal liberdade, dando exemplos de como estão fazendo de tudo para ajudar os cristãos perseguidos no Irã.
Carney respondeu afirmando que estão apelando para o governo iraniano em favor dessas pessoas, e que ele mesmo já se levantou várias vezes através da tribuna da Casa Branca com esse propósito.
Apesar do novo acordo nuclear fechado entre os EUA e o Irã, Carney afirma que a posição do governo em relação a vínculos com o terrorismo e violação de direitos humanos no Irã permanece a mesma.
- De modo geral, apoiamos de forma agressiva a liberdade religiosa em todo o mundo e deixamos clara a nossa oposição em relação às políticas e países que restringem a liberdade religiosa, e isso é um amplo esforço abrangente – resume o secretário da Casa Branca.

17 de jan. de 2014

Datas comemorativas!

17
   

  - Dia dos Tribunais de Contas da União
  - Fundação da UBE – União Brasileira de Escritores (1958)
  - Morte de Tarsila do Amaral, em São Paulo (1973)

Brasil terá novo cabo submarino que pode baratear internet

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A Telebras aprovou ontem a criação de uma empresa com capital misto em parceria com a espanhola IslaLink para construir e operar um novo cabo submarino de fibra óptica dedicado a transmitir dados de internet entre o Brasil e a Europa. O investimento é de US$ 185 milhões (R$ 435 milhões) e a estrutura deverá ficar pronta em 2016.

O cabo funciona como uma espécie de túnel por onde trafegam os dados. A expectativa da Telebras é que a estrutura amplie a oferta de internet e, consequentemente, barateie o custo para o consumidor e aumente a velocidade da conexão. "Teremos uma oferta disponível e interessante, e o tempo de resposta (do acesso) tende a ser mais baixo", analisa o presidente da estatal, Francisco Ziober Filho, em entrevista ao Jornal da Globo.

Em nota, o governo considera o projeto estratégico para aumentar a segurança nas comunicações digitais com o Velho Continente, sem interferência dos Estados Unidos. Atualmente, há cinco cabos submarinos ligando o Brasil ao exterior, sendo que quatro deles vão para os EUA e apenas um para a Europa.

A nova empresa terá participação acionária de 35% da Telebras + 20% de fundos de investimentos + 45% da IslaLink Submarine Cables.
17/01/2014 00:01

Em 1910 morreu Joaquim Nabuco

Joaquim Nabuco, foi diplomata do Brasil imperial entre 1822-1889. Também foi grande orador e escritor de Minha Formação, e pontificou que a “escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil.” Música do dia: Casinha Pequenina.
Produção e apresentação: Luiz Cláudio Canuto


Lei propõe que escolas tenham exemplares da Bíblia e gera polêmica

A relação entre o Estado e a religião é um tema que constantemente se torna motivo de debates e discussões em todo o país. Uma das grandes polêmicas sobre o tema é a presença de elementos religiosos em escolas e, até mesmo, a abordagem de temas relacionados a religiões na sala de aula.

Recentemente, duas grandes capitais brasileiras se tornaram palco para discussão a respeito da religião e da laicidade do Estado, devido a legislações municipais sobre o tema. Em Recife (PE), um projeto de lei propõe que exemplares da Bíblia sejam disponibilizados para consulta em todas as instituições de ensino da cidade; enquanto em Manaus (AM) uma resolução municipal estabeleceu normas para a disciplina de ensino religioso nas escolas.
De autoria da vereadora Aimée Carvalho (PSB), o projeto de lei 334/2013, deve ser votado em fevereiro na Câmara de Vereadores do Recife e estabelece que duas edições do livro sagrado do cristianismo sejam disponibilizadas nas escolas, uma em português e outra em braile.
Em seu texto, a proposta justifica a obrigatoriedade afirmando que a Bíblia foi “o primeiro livro impresso do mundo, logo merece destaque entre os demais (…). Além, claro, de trazer ensinamentos importantíssimos para toda a sociedade, independentemente do credo religioso de quem a lê”.
- Irá enriquecer as bibliotecas, pois os ensinamentos norteiam as atitudes humanas e até servem para a consulta de cientistas. A violência diminui e a prosperidade aumenta – afirma a vereadora.
Segundo o Diário de Pernambuco, mesmo antes de ser colocada em votação, a proposta motivou uma série de discussões na cidade a respeito à laicidade de Estado, e também sobre a presença de outras religiões nas escolas.
- O estado é laico, mas não é ateu. Sabemos que 98% da população brasileira admitem ter fé, segundo o IBGE. É interessante que tenhamos a Bíblia nas escolas, mas estudantes de outras religiões como a muçulmana e a hindu podem requisitar o mesmo direito. A Bíblia a ser adotada será católica ou evangélica? – ponderou o diácono Aerton Carvalho, presidente da Comissão Arquidiocesana e Pastoral para a Educação da Arquidiocese de Olinda e Recife.
O professor de direito constitucional da Unicap, Marcelo Labanca, falou sobre o argumento usado por opositores da proposta que visam a desqualificar afirmando que a mesma fere o artigo 19 da Constituição, que veda à União, estados e municípios estabelecer cultos religiosos ou igrejas oficiais.
- Ele o projeto amplia o acesso à informação, um papel do Estado, mas não faz com que isso seja instrumento de pregação. Religião não pode ser um tabu para o conhecimento. O aluno pode ter acesso a diversos instrumentos religiosos para que possa escolher – afirma o professor.
Já em Manaus, a polêmica é motivada por uma resolução do Conselho Municipal de Educação (CME) publicada em dezembro de 2013 no Diário Oficial do Município. A resolução estabelece normas para a contratação de professores de ensino religioso no município.
A professora Elaine Ramos da Silva, presidente do CME, explica que a resolução tem como base o Parecer nº 97/99, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que fala a respeito da autonomia dos sistemas de ensino na regulamentação dos conteúdos do ensino religioso e da contratação de docentes para tal disciplina.
Apesar de a Constituição brasileira, em seu artigo 210, parágrafo primeiro, prever a oferta de ensino religioso, tais propostas são alvo de diversas críticas, como a do sociólogo Marcelo Seráfico, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que afirma que o Estado se contradiz ao propor uma disciplina de ensino religioso.
- É um absurdo propor ensinar religião numa escola que deve ser laica – afirma o sociólogo.

8 de jan. de 2014

Kleber Lucas fala sobre sua participação em Amor à Vida: “Ser sal fora do saleiro” - Noticias Gospel

Noticia Gospel Kleber Lucas fala sobre sua participação em Amor à Vida: “Ser sal fora do saleiro”

Kleber Lucas falou sobre o que o levou a aceitar participar da novela “Amor à Vida”. O cantor respondeu dizendo que participou da trama de Walcyr Carrasco para “brilhar na escuridão”. “Os filhos da Luz estão me perguntando por que eu decidi ‘brilhar na escuridão’… Eu, sinceramente, não consegui entender a lógica desse questionamento, uma vez que o chamado é o de ser Sal fora do saleiro e luz do mundo no mundo”, afirmou o cantor.

Quando questionado sobre os motivos que o levaram a dizer sim para a produção da Rede Globo, Kleber Lucas pediu para que os evangélicos reflitam na canção “Profeta da Esperança”, música que dá título ao seu mais novo CD.
A letra é de sua autoria e versa sobre pregar o evangelho em todos os cantos da Terra. O refrão da música diz: “Eu vou lançar as redes/ Eu vou cuidar de vidas/ Eu vou na Babilônia pra libertar cativos”.
No episódio o cantor gospel contracenou com o núcleo evangélico da novela. A igreja fictícia montada para mostrar a conversão de alguns personagens realizou um culto de virada de ano com Ceia, tendo Kleber Lucas como convidado especial.
Primeiramente o convite foi feito para a cantora Aline Barros, mas ela não aceitou participar. Na internet os evangélicos questionaram a participação do cantor em uma novela da Rede Globo e o debate dividiu opiniões entre apoios e críticas.