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2 de abr. de 2012

  • Hoje é Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil A literatura infantil é para crianças. A literatura juvenil é para jovens. E a infanto-juvenil? Bom, a infantil precisa ser de fácil compreensão para crianças, seja ela em alfabetização ou não, dependendo do nível de exigência. Geralmente tem muitas imagens porque ela está aprendendo a ler. A
    Rádio Câmara 02/04/2012 - 00:01
Palavra Que Transforma
   
Cristo conosco, esperança de futuro  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 8:54 - Mas ele, pondo-os todos fora, e pegando-lhe na mão, clamou, dizendo: Levanta-te, menina.

Enquanto eu lia e relia o relato da ressurreição da filha de Jairo, eu identifiquei que a história dessa menina possui dois tempos. O primeiro ocupa a metade inicial do texto, com um pai desesperado, uma moça que adoece e morre, e uma vida interrompida precocemente. O segundo, ocupando os últimos versos, com Cristo encontrando esta jovem e lhe dando gratuitamente uma nova chance de vida.

A menina sem Cristo estava morta. Mas quando o Salvador chegou até ela, a vida ressurgiu. Esta história se repete nos nossos dias. Quantas pessoas estão perdendo suas histórias e a chance de um futuro brilhante, alegando liberdade, curtição e uma busca desenfreada por prazeres passageiros. Mas muita outras tem encontrado em Cristo uma vida cheia de alegria e significado. Eu sou uma delas. Desde que fui capturado pelo amor do meu Salvador, encontrei o que sempre procurei. E hoje, não consigo imaginar minha vida sem Jesus.

Troque a morte pela vida! Entregue sua vida nas mãos do Salvador!
Palavra Que Transforma
   
Cristo conosco, esperança de futuro  |  Pastor Sérgio Fernandes

Lucas 8:54 - Mas ele, pondo-os todos fora, e pegando-lhe na mão, clamou, dizendo: Levanta-te, menina.

Enquanto eu lia e relia o relato da ressurreição da filha de Jairo, eu identifiquei que a história dessa menina possui dois tempos. O primeiro ocupa a metade inicial do texto, com um pai desesperado, uma moça que adoece e morre, e uma vida interrompida precocemente. O segundo, ocupando os últimos versos, com Cristo encontrando esta jovem e lhe dando gratuitamente uma nova chance de vida.

A menina sem Cristo estava morta. Mas quando o Salvador chegou até ela, a vida ressurgiu. Esta história se repete nos nossos dias. Quantas pessoas estão perdendo suas histórias e a chance de um futuro brilhante, alegando liberdade, curtição e uma busca desenfreada por prazeres passageiros. Mas muita outras tem encontrado em Cristo uma vida cheia de alegria e significado. Eu sou uma delas. Desde que fui capturado pelo amor do meu Salvador, encontrei o que sempre procurei. E hoje, não consigo imaginar minha vida sem Jesus.

Troque a morte pela vida! Entregue sua vida nas mãos do Salvador!

1 de abr. de 2012

Um estudo publicado pela Universidade de Los Angeles,
Califórnia indica que
a amizade entre mulheres é algo verdadeiramente especial.
Descobriu-se que as amigas
contribuem para o fortalecimento da identidade e para
projetar nosso futuro.
Constituem um remanso diante de um mundo real cheio da
tempestade e
obstáculos. As amigas ajudam-nos a preencher os vazios
emocionais de nossas
relações com os homens e ajudam-nos a recordar quem nós somos
realmente.
De acordo com os pesquisadores há evidências de que ter
amigas ajudam as
mulheres a prevenir o "stress", responsável por problemas de
estômago. Após
50 anos de investigações, identificou-se que existem
substâncias químicas
produzidas pelo cérebro que ajudam a criar e manter laços de
amizade entre
as mulheres. Os pesquisadores, homens em sua maioria,
surpreenderam-se com
os resultados destes estudos.
Até a publicação dos resultados desta investigação,
prevalecia a idéia de
que quando as pessoas estava expostas à tensão extrema,
reagiam produzindo
hormônios que geravam uma imediata reação que conduz à luta
ou a fuga frente aquilo que era percebido como agressão.
A Drª Laura Primo Klein, uma das autoras do estudo
mencionado, afirma que
estes disparadores do hormônio constituem um mecanismo de
sobrevivência tão
antigo quanto a humanidade. É uma espécie de auto-proteção
que remonta à
época em que os seres humanos eram nômades e sua principal
atividade era a
caça.
O QUE ESTAS INVESTIGAçÕES DESCOBRIRAM É QUE NÃO EXISTEM
SOMENTE OS
MECANISMOS DAS RESPOSTAS DE LUTA, CONFRONTO OU FUGA.
APARENTEMENTE, QUANDO O HORMÔNIO OXITOCINA É LIBERADO, como
parte da reação
das mulheres frente ao stress, elas sentem a necessidade de
proteger seus
filhos e de agruparem-se com outras mulheres. Quando isso
acontece,
produz-se uma maior quantidade de oxitocina que reduz o
stress agudo e
produz um efeito calmante.
Estas reações não aparecem entre os membros do sexo
masculino, porque a
testosterona que os homens
produzem em altas quantidades tende a neutralizar os efeitos
da oxitocina,
enquanto os estrógenos femininos aumentam a produção do
hormônio.
A descoberta de que as mulheres respondem da maneira
diferente que os
homens, causou reações diversas.
Após repetidos estudos, demonstrou-se que os laços emocionais
existentes
entre as mulheres que são amigas verdadeiras e leais
contribuem para a
redução dos riscos de doenças ligas à pressão arterial e ao
colesterol. Acredita-se que esta pode ser uma das razões por
que as mulheres
geralmente vivem mais do que os homens. As mulheres que não
estabelecem
relações profundas de amizade com outras mulheres não mostram
os mesmo
resultados em sua saúde.
Assim, ter amigas nos ajuda não somente a viver mais, como
também a viver
melhor. O estudo sobre
saúde, realizado pela faculdade da medicina de Harvard indica
que quanto
mais amigas tem uma mulher, maior probabilidade ela terá de
chegar à velhice
sem problemas físicos, levando uma vida plena e saudável. Não
contar com
amigas próximas pode ser tão prejudicial para a saúde quanto
a obesidade, o
tabagismo ou o sedentarismo.
Neste mesmo estudo, foi observado também como as mulheres
superam um momento
crítico como a morte do cônjuge e percebeu-se que as mulheres
que podiam
confiar em suas amigas reagiram sem doenças graves e
recuperaram-se em um
lapso de tempo menor do que aquelas que não tinham em quem
confiar. O estudo
concluiu que a amizade entre as mulheres constitui uma fonte
recíproca de
força, bem-estar e saúde!!!!!!!!
RELACIONAMENTO
Mulheres estão se casando mais tarde
   
Publicado em 31/3/2012, às 19h11
   

Júlio Black

Volta Redonda

Conhecer alguém, casar e ter filhos – desde que com a realização profissional. Essa mudança de paradigma no comportamento da mulher brasileira nas últimas décadas é comprovada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que, em recente estudo, mostra que o sexo feminino está entrando na vida a dois cada vez mais tarde. Segundo o instituo, utilizando estatísticas do Registro Civil, a elevação da idade em que as mulheres se casam é observada desde a década de 1980, com uma acentuação dessa tendência na década seguinte.
De acordo com os dados apurados, o percentual de mulheres que se casavam entre os 15 e 24 anos em 1999 era de 54,2%, contra 28,3% das que tinham entre 25 e 34 anos. Já as mulheres de 35 a 44 anos representavam apenas 7,2% do total.
Em poucos anos, porém, os números se alteraram drasticamente: já em 2010 o total de mulheres que se casavam entre os 25 e 34 anos superou o grupo entre 15 e 24, passando a representar 40,4% do universo feminino, contra 39,9% do grupo mais novo. O percentual quase que dobrou entre as mulheres entre 35 e 44 anos, que agora respondem por 12,1% dos matrimônios.
Dentre os vários motivos que levam o sexo feminino a postergar a união com a razão do seu afeto está a necessidade da conquista e estabilidade profissional, como é o caso da médica Karine Maciel Fabiano, de 34 anos, e sua irmã, a empresária Marcele Maciel Fabiano, de 32. Casada há três anos após oito de namoro, Karine procurou se aprimorar em sua área de atuação antes de oficializar a união.
- No meu caso o que fez com que adiasse os planos foi a profissão. Para poder aprimorar e subespecializar temos que correr muito atrás. É bastante cansativo e tem que haver muita dedicação – explicou.
- O amadurecimento profissional e maior estabilidade financeira estiveram em destaque até os 30 anos, queria conquistar meu espaço. Coincidentemente encontrei meu marido quando fiz 30 anos, e já estávamos os dois encaminhados na vida profissional – disse Marcele, que se casou em março.
A preocupação em ter a estabilidade financeira em primeiro lugar para depois pensar em união é uma questão que, segundo a médica Karine, é compartilhada dentro do círculo de conhecidas – o que, para ela, não impede que cada uma venha escolher o caminho que considere melhor.
- Cada caso é um caso. Existem mulheres que tem o sonho do casamento, que sempre desejaram uma família perfeita, uma casa linda... Eu adotei a independência profissional antes do casamento, e deu certo – afirmou.
Marcele declarou que também vê em suas amigas que ainda não se casaram que a preocupação é muito maior em conseguir um bom emprego do que se casar e construir família.
- É como se construir família pudesse ser numa fase mais madura da vida, enquanto que se estabilizar num bom emprego fosse mais urgente – pontuou.
A empresária enumera as vantagens que observou ao procurar estruturar a carreira antes de partir para a vida a dois.
- Não podemos generalizar, mas acho que o casamento tende a dar mais certo quando ambos estão mais maduros e centrados, inclusive profissionalmente. Assim fica muito mais tranquilo de investir na família e no futuro da relação. Não brigar por coisas tão bobas, ter mais segurança em si mesma. Acho que essa é a diferença principal que vejo nas minhas relações mais jovens em relação ao que tenho hoje.
A opinião de Marcele é compartilhada pela irmã, que enumera os pontos positivos:
- Poder ajudar nas despesas com a casa, com os filhos, tomar decisões em conjunto, sem submissão. Compartilhar, somar para dividir e não dividir para somar. Casando jovem, além de não termos maturidade suficiente para encarar uma vida a dois, nunca poderíamos correr atrás de nossa profissão e seríamos sempre dependentes de alguém. Acho que hoje em dia a mulher está buscando mais independência, liberdade – encerrou.

Sem arrependimento da espera

Para a secretária Lívia Cardoso, de 32 anos, o fato de o homem ter deixado de ser o único provedor da família foi um dos motivos de ter procurado se aprimorar profissionalmente. Solteira e mãe de um casal de crianças, ela não descarta o matrimônio, mas afirma que preferiu adotar outro caminho na vida.
- Ainda não encontrei a pessoa certa e, ao invés de ficar procurando, privilegiei meus estudos e minha carreira, mas não deixei de ter filhos. Fiz ao contrario: carreira, filhos e - quem sabe - deixar um dia de ser solteira – disse ela, que terminou o último relacionamento sério há três anos.
Estudando atualmente para a área de Logística, ela confessa que tem passado muito tempo estudando e ainda precisa se estabilizar profissionalmente. Ao mesmo tempo, porém, acredita que a pessoa nunca está pronta para a vida a dois, uma vez que esta seria “uma caixinha de surpresas”.
Namorar para não ficar sozinha também não faz parte dos planos dela.
- Acho mais saudável um relacionamento onde cada um respeite o espaço do outro, sem paranoias bobas e ciúmes exagerados. Vaga há disponível, só não há quem tenha qualificação! O mercado é competitivo até nos assuntos do coração – comparou.
Outra a acreditar que as mulheres estão priorizando a carreira e a estabilidade profissional para depois se dedicarem à família é a jornalista Isabele Fernandes, de 30 anos. De acordo com ela, a estabilidade financeira permite uma tranquilidade maior para a construção do núcleo familiar.
- Pensei em ajeitar a vida em primeiro lugar. Apesar de ainda não ter planos de casar, acabei investindo em especializações – disse ela. - Eu não casaria hoje porque ainda não tenho uma situação financeira estável. Continuo estudando e fazendo especialização para tentar melhorar. Mas se tivesse condições junto com o "marido" de ter uma vida financeira legal, sem passar apertos e juntos sustentar uma casa, acho que seria diferente.

Fatores interligados para a mudança

A psicóloga Viviane Andrade Pereira disse que não se pode pensar apenas em um fator isolado para explicar as mudanças sociais que são observadas. Segundo ela, hoje as pessoas casam mais tarde (tanto homens quanto mulheres) e, assim, têm um tempo maior para se estabilizar profissionalmente – e também terem filhos mais tarde.
- Nós temos concepções diferentes para uma determinada idade em épocas diferentes. Antigamente era normal as mulheres se casarem aos 22, 23 anos, e hoje é considerado muito cedo. Nós temos um processo de construção social e de saúde, pois atualmente temos casos de mulheres tendo filhos aos 45 anos, quando, antigamente, uma gravidez aos 35 já era considerada de risco – argumentou.
Ela também vê outros pontos que devem ser levados em consideração ao analisar os números do IBGE.
- Muito disso é em razão do mercado de trabalho, que leva a mulher a querer e precisar trabalhar. Além da mudança na família brasileira, pois temos muitas mulheres na posição de chefes de família. A própria liberdade que temos atualmente leva as pessoas a se relacionarem sem precisar partir para o casamento – pontuou.
Viviane aproveita para lembrar o ônus e os benefícios que o sexo feminino tem com seu novo papel na sociedade atual.
- Essa questão é negativa se a mulher não se casar por falta de opção, se isso a deixa mais amarga. E é preciso levar em consideração também que ser mãe numa idade mais avançada vai fazer com que ela tenha menos tempo de vida com os filhos e netos, mesmo que com maior maturidade. Porém, é positivo, sim, se é uma opção casar mais tarde ou ficar solteira, desde que seja uma escolha. A mulher não pode esperar pelo homem para então trabalhar – observou a psicóloga.

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PALAVRA DO DIA
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Tema da semana: Manias e fobias

Agorafobia
Agorafobia é o medo de estar ou atravessar grandes espaços abertos ou lugares públicos. Essa fobia acomete alguém, não necessariamente por pavor de pessoas, mas por medo de estar no meio de uma grande multidão e não conseguir sair dali, caso se sinta mal. Percebeu que, na verdade, a agorafobia é uma espécie de ‘medo de ter medo’? A palavra ‘agorafobia’, deriva do grego ágora, que quer dizer assembleia, reunião de pessoas, multidão; e de phobos, que quer dizer medo.
>>Definição do iDicionário Aulete:
 (a.go.ra.fo.bi.a)
sf.
  1  Psiq.  Medo doentio de estar em ou atravessar grandes espaços abertos ou lugares públicos
 [F.: ágora- + -fobia.]
COMO  EU TE AMO

Autoria: Rose Mori







Quer saber como eu te amo?

Amo-te sem utopia.

Amo-te com um sentimento real,

sem as cores do arco-íris,

pintadas pelo poeta quando fala de amor.

Amo-te com teus defeitos

- quem não os tem? –

Amo-te com tuas fraquezas,

porque é uma forma de me sentir forte, quando,

em  minha solidão,

sou apenas fragilidade.

Amo-te no cantar da fonte

- o som da vida –

No cheiro da mata

- o aroma da vida –

Nos pingos da chuva

- fecundação da vida –

No brilho do sol

- despertar da vida –

Na carícia do vento

- respiração da vida –

Como vê, te amo sem sonhos

e sem ilusões:

te amo no acontecer da vida;

pura e simplesmente,

na realidade da vida.

Porque a vida para mim

se resume em  quatro letras:

AMOR!