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2 de mar. de 2012
Governo estende IOF de 6% para empréstimos externos de até três anos
A alíquota vigorava até agora para empréstimos de até dois anos. A medida é uma resposta às preocupações do governo com a valorização do real em relação ao dólar. Essa é a terceira vez que o governo altera as regras da incidência do IOF sobre esse tipo de operação.Ouça a reportagem
Acidentes aéreos no Brasil crescem 41% em 2011, diz Cenipa
O número de acidentes aéreos no Brasil cresceu 41% em 2011 na comparação com 2010 e atingiu o maior índice verificado na última década. A informação consta em relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa. No ano passado, foram registrados 156 casos. Em 2012, já são 40 acidentes.Ouça a reportagem
Declaração do IR 2012 já pode ser enviada
O envio da declaração do Imposto de Renda 2012 começou na manhã desta quinta-feira. A expectativa da Receita Federal é receber 25 milhões de documentos este ano. O contribuinte tem até o dia 30 de abril para realizar o procedimento. A multa para quem atrasar é de R$ 165,74.Governo estende IOF de 6% para empréstimos externos de até três anos
A alíquota vigorava até agora para empréstimos de até dois anos. A medida é uma resposta às preocupações do governo com a valorização do real em relação ao dólar. Essa é a terceira vez que o governo altera as regras da incidência do IOF sobre esse tipo de operação.Ouça a reportagem
Acidentes aéreos no Brasil crescem 41% em 2011, diz Cenipa
O número de acidentes aéreos no Brasil cresceu 41% em 2011 na comparação com 2010 e atingiu o maior índice verificado na última década. A informação consta em relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa. No ano passado, foram registrados 156 casos. Em 2012, já são 40 acidentes.Ouça a reportagem
Declaração do IR 2012 já pode ser enviada
O envio da declaração do Imposto de Renda 2012 começou na manhã desta quinta-feira. A expectativa da Receita Federal é receber 25 milhões de documentos este ano. O contribuinte tem até o dia 30 de abril para realizar o procedimento. A multa para quem atrasar é de R$ 165,74.Conteúdo relacionado
Ampliar fotoO navio cruzeiro Costa Concordia atracado no cais de Civitavecchia, porto de Roma, …
Dois funcionários da companhia de navegação Costa Crociere revelaram que nos cruzeiros da empresa dona do transatlântico que naufragou em janeiro, em frente à ilha italiana de Giglio, predominavam o sexo, as drogas e o álcool, noticiou nesta quinta-feira o jornal La Stampa.
Segundo informações que vazaram da investigação judicial aberta na Itália, vários trabalhadores da companhia contaram aos promotores que tanto os oficiais quanto alguns tripulantes das embarcações costumavam "ficar bêbados"."Durante as festas, nos perguntávamos se alguém poderia salvar o barco em caso de emergência", contou Mery G., que trabalhou a bordo do Costa Concordia, o navio que naufragou, durante dois meses no ano de 2010.
A mulher relatou ter sido molestada por um membro da tripulação, que estava "completamente drogado".
Uma ex-enfermeira, Valentina B, que esteve sob o comando do controverso comandante Francesco Schettino em outro cruzeiro, o Costa Atlantica, afirmou que "a corrupção, a droga e a prostituição" reinavam a bordo.
"Vi com meus próprios olhos um oficial aspirar cocaína", afirmou.
Para a funcionária, as condições de vida da tripulação do cruzeiro "eram péssimas" e o capitão tratava os funcionários "como escravos".
Os diretores da Costa Crociere informaram que a empresa não tolera drogas a bordo dos cruzeiros e que seu pessoal passa por controles regulares.
Em janeiro, após o naufrágio do Costa Concordia, que deixou 32 mortos, a companhia defendeu seu pessoal e elogiou tanto o profissionalismo quanto a coragem demonstrada pelos funcionários e tripulantes durante a tragédia.
Schettino está em prisão domiciliar na Itália e é acusado de homicídio culposo múltiplo, naufrágio e abandono de navio, bem como omissão de socorro por ter evitado comunicar às autoridades marítimas a gravidade do acidente.
O Costa Concordia, no qual viajavam 4.229 pessoas de 60 nacionalidades (das quais 3.200 turistas que faziam um cruzeiro pelo Mediterrâneo), bateu contra uma rocha na noite de 13 de janeiro e naufragou em poucas horas.
O acidente aconteceu depois que o capitão decidiu aproximar o navio da ilha de Giglio para entreter os passageiros, uma manobra considerada muito perigosa.
Após o acidente, Schettino fingiu, em suas conversas com a Capitania dos Portos, que estava dentro do navio e demorou em dar o alarme, retardando a evacuação dos passageiros.
Além do capitão, seu imediato, Ciro Ambrosio, e outras sete pessoas, entre elas dois diretores da Costa Crociere, são investigados pela justiça.
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Dois funcionários da companhia de navegação Costa Crociere revelaram que nos cruzeiros da empresa dona do transatlântico que naufragou em janeiro, em frente à ilha italiana de Giglio, predominavam o sexo, as drogas e o álcool, noticiou nesta quinta-feira o jornal La Stampa.
Segundo informações que vazaram da investigação judicial aberta na Itália, vários trabalhadores da companhia contaram aos promotores que tanto os oficiais quanto alguns tripulantes das embarcações costumavam "ficar bêbados"."Durante as festas, nos perguntávamos se alguém poderia salvar o barco em caso de emergência", contou Mery G., que trabalhou a bordo do Costa Concordia, o navio que naufragou, durante dois meses no ano de 2010.
A mulher relatou ter sido molestada por um membro da tripulação, que estava "completamente drogado".
Uma ex-enfermeira, Valentina B, que esteve sob o comando do controverso comandante Francesco Schettino em outro cruzeiro, o Costa Atlantica, afirmou que "a corrupção, a droga e a prostituição" reinavam a bordo.
"Vi com meus próprios olhos um oficial aspirar cocaína", afirmou.
Para a funcionária, as condições de vida da tripulação do cruzeiro "eram péssimas" e o capitão tratava os funcionários "como escravos".
Os diretores da Costa Crociere informaram que a empresa não tolera drogas a bordo dos cruzeiros e que seu pessoal passa por controles regulares.
Em janeiro, após o naufrágio do Costa Concordia, que deixou 32 mortos, a companhia defendeu seu pessoal e elogiou tanto o profissionalismo quanto a coragem demonstrada pelos funcionários e tripulantes durante a tragédia.
Schettino está em prisão domiciliar na Itália e é acusado de homicídio culposo múltiplo, naufrágio e abandono de navio, bem como omissão de socorro por ter evitado comunicar às autoridades marítimas a gravidade do acidente.
O Costa Concordia, no qual viajavam 4.229 pessoas de 60 nacionalidades (das quais 3.200 turistas que faziam um cruzeiro pelo Mediterrâneo), bateu contra uma rocha na noite de 13 de janeiro e naufragou em poucas horas.
O acidente aconteceu depois que o capitão decidiu aproximar o navio da ilha de Giglio para entreter os passageiros, uma manobra considerada muito perigosa.
Após o acidente, Schettino fingiu, em suas conversas com a Capitania dos Portos, que estava dentro do navio e demorou em dar o alarme, retardando a evacuação dos passageiros.
Além do capitão, seu imediato, Ciro Ambrosio, e outras sete pessoas, entre elas dois diretores da Costa Crociere, são investigados pela justiça.
História Hoje
02/03 - 07:19
A artista pernambucana Diná de Oliveira quebrou várias regras impostas às mulheres pela sociedade brasileira. Participou da peça Guerra aos Homens. A atriz foi uma das fundadoras do TAP- Teatro de Amadores de Pernambuco e participou de 65 peças, interpretando nomes consagrados como Shakespeare. Foi também pianista e compositora. Diná morreu aos 91 anos.
Apresentação José Carlos Andrade
1 de mar. de 2012
PALAVRA DO DIA
Tema da semana: o estilo de Machado de Assis
Metalinguagem
Metalinguagem é o ato de comunicação em que se usa a linguagem para falar sobre a própria ou outra linguagem. Complicou? Vamos simplificar. Machado de Assis tinha o hábito de enunciar opiniões ou emitir comentários sobre a linguagem empregada por ele em seus textos de ficção. Isso é metalinguagem. O autor usar a sua linguagem para falar dela própria. Segundo o dicionário de Machado de Assis, da Lexikon Editora, ‘Machado usa a metalinguagem para tecer reflexões sobre os seus meios de expressão, vale dizer, sobre questões de língua e estilo, sempre com intenções estéticas, de autocrítica ou de interação com o leitor’. Por exemplo, em Dom Casmurro, Machado diz o seguinte: ‘Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me compõem a pena na mão. (...)’. Isso caracteriza Machado, também, como um metanarrador, comentando os processos de composição das suas narrativas.
>>Definição do iDicionário Aulete:
(me.ta.lin.gua.gem)
sf.
1 Ling. Ato de comunicação em que se usa a linguagem para falar sobre a própria ou outra linguagem (p.ex., quando se pergunta o sentido de uma palavra, quando se analisam símbolos etc.).
1 Ling. Ato de comunicação em que se usa a linguagem para falar sobre a própria ou outra linguagem (p.ex., quando se pergunta o sentido de uma palavra, quando se analisam símbolos etc.).
[Pl.: -gens.]
[F.: met(a)- + linguagem, por infl. do fr. métalangage.]
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